Hipnoterapia clínica · Catherine Duarte

A voz que te sabota tem nome, história e hora marcada.

Você não precisa de mais uma técnica pra tentar sozinha. Precisa de alguém que escute o que essa voz repete há anos e mostre, com método, de onde ela veio e como ela sai daí.

Aplicar para o Encontro

A aplicação leva dois minutos. Eu leio pessoalmente.

Porta de entrada da jornada DVM90 — Domine a Voz da Sua Mente em 90 dias

Se você chegou até aqui

Você já tentou tudo o que costuma funcionar pros outros.

Leu, anotou, foi à terapia, mudou a rotina, tentou disciplina. Entendeu o problema inteiro. E mesmo entendendo, na hora em que importa, a mesma voz chega antes de você e decide por você.

I

Você funciona bem por fora e vive negociando por dentro.

II

Sabe exatamente o que precisa fazer, e ainda assim trava na hora.

III

Conquista o que quer e sente que nada disso é seu de verdade.

IV

Repete o mesmo padrão em relações diferentes e já cansou de se explicar.

O que muda aqui

Compreender é da mente consciente. Mudar é de outro lugar.

A voz que te limita não foi construída com argumento, então não é com argumento que ela se desmonta. Ela foi aprendida numa cena, numa idade, num momento em que aquilo protegeu você de alguma coisa. É lá que a gente vai.

Meu trabalho reúne hipnoterapia clínica, neurociência emocional e a escuta que eu trouxe de anos como cantora. Escutar uma voz é ouvir onde ela se aperta, onde ela se cala, onde ela perde o ar. É isso que eu faço com a sua voz interna.

Onde isso costuma doer

Quatro nomes diferentes para a mesma coisa: uma parte de você ainda acha que precisa te proteger.

Você provavelmente chegou aqui com um desses quatro. Eles parecem problemas distintos, e no dia a dia são mesmo. Mas todos nascem de um aprendizado antigo que fez sentido um dia e nunca foi atualizado.

Ansiedade

O corpo que não desliga

O seu corpo entrou em estado de alerta há muito tempo e ninguém avisou que o perigo já passou. Você acorda cansada. O peito aperta antes de uma reunião comum. A cabeça ensaia dez vezes uma conversa que talvez nem aconteça, e à noite, quando finalmente tudo está quieto, é que ela fala mais alto.

O que você chama de descontrole costuma ser proteção trabalhando dobrado. Em algum momento da sua história, ficar vigilante foi mais seguro do que relaxar, e uma parte de você levou isso a sério pra sempre. Ela não vai soltar porque você mandou, nem porque você entendeu. Ela solta quando percebe que a cena que a colocou de guarda já terminou. É isso que a gente vai fazer: mostrar pra essa parte, no nível em que ela entende, que aquilo acabou.

Luto

A perda que não encontrou lugar

Nem todo luto é de morte. Tem o luto da mãe que continua viva, mas nunca foi a mãe de que você precisou. Tem o do casamento que acabou, o da versão sua que ficou pra trás, o do filho que não veio, o do país que você deixou. Tudo isso dói, e quase ninguém te dá licença pra chorar por essas coisas.

A dor tem o tamanho do vínculo, e isso nunca foi fraqueza. O que costuma travar o luto é o que ficou por dizer: a conversa interrompida, o pedido de desculpas que não veio, a raiva que você acha feio sentir. Enquanto isso não encontra lugar, a vida segue por fora e para por dentro. No processo, a gente vai até essa conversa que não aconteceu e permite que ela aconteça, do jeito que for possível hoje.

Burnout

O apagão de quem sempre deu conta

Você não parou porque quis. Parou porque acabou. E o mais assustador não é o cansaço, é a indiferença que veio junto: as coisas que você amava perderam a graça, o trabalho que você escolheu virou peso, e você começou a se olhar com um desprezo que jamais dirigiria a outra pessoa.

Antes do esgotamento existe sempre uma regra silenciosa. Descansar precisa ser merecido. Meu valor é o que eu entrego. Se eu parar, alguém descobre que eu não era tanto assim. Essa regra não foi escrita por você adulta, foi aprendida cedo, olhando gente cansada ser chamada de forte. Mudar a agenda ajuda, mas não resolve, porque a agenda não escreveu a regra. A gente vai onde ela foi escrita.

Medo do julgamento

A voz que fala antes da sua

Você sabe o que dizer. Só não consegue dizer. A ideia estava inteira na sua cabeça e, na hora de abrir a boca, alguma coisa calculou primeiro o que os outros iriam pensar, e você engoliu. Depois vem o pior: você assiste outra pessoa dizer o que era seu e ainda escuta que ela foi corajosa.

Essa voz não nasceu com você. Ela foi aprendida numa sala de aula, numa mesa de jantar, numa vez em que você falou e alguém riu, ou simplesmente não te olhou. Não é timidez, é memória. E memória a gente consegue reescrever. É por isso que a maior parte das pessoas que chegam aqui com medo de falar em público sai não só falando, mas ocupando espaço em lugares que nem imaginava.

Pra quem eu trabalho

Gente que ninguém imagina que precisa de ajuda.

Quase todo mundo que senta comigo tem uma vida que, de fora, funciona. É justamente por isso que a dor demorou tanto pra ser levada a sério, inclusive por essa pessoa.

Empresários e líderes

Você decide o dia inteiro e não consegue decidir por você. A cadeira é sua, a conta emocional também, e não existe com quem dividir sem que isso pareça fraqueza. Por fora, controle. Por dentro, um alerta que nunca desarma.

Artistas e comunicadores

Você entrega no palco e desmonta na coxia. Ou faz o contrário: ensaia a vida inteira e trava na hora de aparecer. O medo raramente é de errar. Quase sempre é de ser visto sem o personagem que você aprendeu a apresentar.

Médicos e profissionais da saúde

Você sustenta a vida dos outros e não tem onde colocar a sua. Aprendeu a desligar o que sente pra conseguir trabalhar, e depois não achou o botão de volta. Cuidar virou identidade, e pedir cuidado virou constrangimento.

Terapeutas e quem cuida

Você tem todas as respostas quando a dor é do outro. Falta um lugar onde não seja você quem conduz.

Quem vive no backstage

Você fez a coisa acontecer e ficou fora da foto. Sempre há um bom motivo pra deixar pra próxima, e quando a próxima chega você já preparou outro.

Quem conquistou e não sente

Por fora está tudo resolvido: o cargo, a casa, a relação, o reconhecimento. Por dentro, a sensação insistente de que nada daquilo é seu — e a culpa de não sentir o que todo mundo diz que você deveria estar sentindo. Essa culpa costuma ser a parte mais solitária, porque não tem pra quem contar sem soar ingrata.

O que essas pessoas têm em comum não é o diagnóstico. É o silêncio.

O primeiro passo

Encontro Terapêutico Estratégico

Ninguém vai te vender nada nessa hora. É um encontro clínico, conduzido por mim, onde a gente mapeia o que sustenta o seu padrão e desenha o caminho pra sair dele.

Você sai com clareza mesmo que decida não seguir comigo. E se seguir, esse encontro já é o primeiro movimento da jornada de noventa dias.

O que acontece dentro do encontro

A gente percorre a sua história com método. Eu escuto o que você conta e também o que aparece no meio do caminho, porque quase sempre o padrão se revela numa frase dita de passagem. A partir daí a gente identifica a cena de origem, nomeia a função que aquilo cumpriu na sua vida e reconhece o preço que você vem pagando pra manter essa proteção de pé.

Você não precisa chegar com nada organizado, nem saber explicar o que sente. Essa é a minha parte. A sua é só vir inteira, do jeito que estiver.

Antes

A leitura

Sua aplicação chega até mim e eu leio pessoalmente, inteira. Chego ao encontro já com hipóteses sobre o que estamos procurando, pra que o nosso tempo juntas seja de trabalho e não de apresentação.

Durante

O encontro

A gente mapeia a origem do padrão e a função dele. Você já sai daqui enxergando de outro jeito uma coisa que carregava sem nome.

Depois

O mapa e o desenho

Você recebe o seu mapa emocional e o desenho da jornada de noventa dias, com o que é possível fazer e em quanto tempo. Se decidir seguir, começamos dali. Se não, o mapa é seu do mesmo jeito.

Enquanto o encontro não chega

Sua transformação começa no dia em que você diz sim.

Assim que o seu Encontro Terapêutico Estratégico é confirmado, você recebe acesso imediato à área de conteúdos da jornada. São conteúdos de trabalho, feitos pra preparar a sua mente pro que a gente vai fazer. Muita gente sente efeito antes mesmo da nossa primeira conversa.

Área de conteúdos da jornada DVM90 no celular
Acesso imediato

A jornada para dominar a voz da sua mente

Uma sequência de conteúdos que explica como a sua mente funciona de verdade, por que os medos e os mitos travam a mudança e o que muda quando você entende o mecanismo por dentro.

Pra usar no meio do dia

Transformação em minutos

Práticas curtas pra acalmar a mente, reativar a confiança, soltar um pensamento limitante e recuperar clareza. São os recursos que você leva no bolso e usa na hora em que aperta.

Continua com você

Durante toda a jornada

O acesso não acaba no encontro. Ele acompanha os noventa dias inteiros, do celular ou do computador, e sustenta o que a gente constrói em cada sessão.

A jornada DVM90

Noventa dias, três movimentos.

Nada de pacote de sessões. É um processo com começo, meio e alta, construído sobre o seu mapa emocional e ajustado a cada encontro.

Dias 01 — 30
Reconhecer

A origem

Onde aquela voz nasceu, o que ela estava protegendo e por que ela ainda acha que precisa proteger. A gente refaz a linha do tempo dos episódios que se repetem e encontra o primeiro deles, aquele que ensinou a regra que você segue até hoje sem ter assinado embaixo.

Nessa fase muita gente já sente alívio, e é importante saber o que ele significa: é o corpo reconhecendo que finalmente alguém está olhando pro lugar certo. Esse alívio não fecha o trabalho. Ele abre.

Dias 31 — 60
Ressignificar

O trabalho profundo

Aqui a gente volta na cena com recursos que você não tinha quando ela aconteceu. A ferida ativa vira memória: você continua lembrando, mas o corpo para de reagir como se estivesse acontecendo agora. É essa diferença que separa entender de mudar.

É a fase em que as pessoas mais notam o efeito fora do consultório, geralmente numa situação que antes travava e passa sem que você perceba na hora. A ferramenta central é o estado de foco profundo, o mesmo que você já experimenta quando se perde num livro ou dirige no automático, usado aqui com direção clínica.

Dias 61 — 90
Reconstruir

A voz nova

O novo padrão ganha volume e vira rotina. A gente instala a resposta nova nas situações reais da sua vida, testa, ajusta o que não coube e reforça o que funcionou, até que aquilo deixe de ser esforço e vire o seu jeito.

O objetivo declarado desde o primeiro dia é a alta. Eu não trabalho pra você depender de mim, trabalho pra você sair daqui sabendo reconhecer a voz antiga quando ela aparecer, e sabendo o que fazer sozinha.

Catherine Duarte, hipnoterapeuta clínica
Quem conduz

Catherine Duarte, sua guia na jornada de autodescoberta

Olá! Sou Catherine Duarte, sua hipnoterapeuta clínica e guia nesta jornada. Minha formação é pela OMNI Hypnosis Training Center, aliada à minha experiência como cantora e musicoterapeuta, e minha especialização em neurociência emocional, me capacitam a oferecer uma abordagem única e multifacetada.

Além disso, sou especialista em comunicação e expressão: ajudo pessoas que sentem medo de falar em público, travam ao se expor, têm dificuldade de comunicar suas ideias, subir ao palco, liderar, se posicionar e ocupar o lugar de protagonistas. Meu trabalho apoia quem passou a vida inteira no backstage e está pronto para assumir luz, voz e presença com segurança.

Acredito que a verdadeira liberdade reside na reconexão com a nossa voz interior, aquela que não apenas fala, mas que sente, escolhe e se posiciona com autenticidade.

Com uma metodologia que entrelaça ciência, arte e alma, meu trabalho é dedicado a pessoas que buscam sair do ciclo de ansiedade, autossabotagem e a sensação de desconexão consigo mesmas. Se você está pronto para romper o silêncio interno, superar o medo de se expor e viver com verdade, você encontrou o caminho certo.

Hipnoterapia clínica · Musicoterapia · Neurociência emocional
Atendimento online e presencial na Vila Mariana, São Paulo

Quem já passou por aqui

O que muda não é o discurso. É a hora em que importa.

Depois da minha hipnoterapia com a Catherine, eu abandonei os medicamentos e simplesmente perdi 10 quilos.
Priscila Sarmento — Peru
Você foi uma estrela no meu fundo do poço. Conduziu com maestria todos os pontos. Pude literalmente voltar a viver.
Daniele Cesconetto — Espírito Santo
O nosso processo foi um divisor de águas na minha vida. A insegurança, o medo de me posicionar, de falar em público, foi totalmente transformado. Fui chamada de última hora pra discursar num grupo de oratória, e o meu tema era a menina que não falava. Falei com tanta segurança, com tanta naturalidade, que as pessoas disseram que, se não me conhecessem, jamais diriam que era a mesma pessoa. Hoje eu sou outra pessoa, e sou muito grata por ter confiado em você.
Luana Porcina — São Paulo
Ouvir com a voz dela 0:00
Antes de aplicar

O que costumam me perguntar

Eu perco o controle durante o processo?

Não. Você permanece consciente, lembra do que aconteceu e não faz nada que não queira. É um estado de foco concentrado, parecido com o que acontece quando você dirige um trajeto conhecido e chega sem lembrar do caminho. Eu conduzo, você decide.

E se eu não conseguir entrar nesse estado?

Todo mundo entra nesse estado várias vezes por dia. O que muda é a profundidade e o tempo que cada pessoa leva pra chegar lá. Parte do meu trabalho no primeiro encontro é descobrir o seu caminho.

Isso substitui terapia ou acompanhamento médico?

Não substitui. Esse é um trabalho complementar, e eu não interrompo nem oriento sobre tratamento médico ou psiquiátrico. Se você faz acompanhamento, seguimos junto com ele.

Posso fazer só uma sessão?

Não trabalho com sessão avulsa. Uma sessão isolada mexe numa camada e deixa a pessoa aberta sem sustentação. O Encontro Terapêutico Estratégico é a porta de entrada, e a partir dele a gente conversa sobre a jornada completa.

Quanto custa?

O valor da jornada depende do que aparece no seu mapa emocional, então eu apresento no encontro, com o desenho do processo na sua frente. O investimento do Encontro Terapêutico Estratégico eu envio junto com o retorno da sua aplicação.

É online ou presencial?

Os dois. O atendimento online tem o mesmo protocolo e a mesma profundidade. Presencial, atendo na Vila Mariana, em São Paulo.

Aplicação

Me conta o que te trouxe até aqui.

Eu leio todas as aplicações pessoalmente e respondo em até dois dias úteis, com o retorno e os horários disponíveis. Se eu achar que não é o seu momento, também vou te dizer.

Não consegui enviar agora. Tente de novo em instantes, ou me chame direto no WhatsApp.

Seus dados ficam comigo e com mais ninguém. Sigilo clínico vale desde a primeira linha.

Recebi a sua aplicação. Eu leio pessoalmente e te respondo em até dois dias úteis pelo WhatsApp que você deixou.